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Como correr melhor? Tire os sapatos

Foto: Creative Commons (Pixabay)
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Motion control, stability, neutro, de trail, com gel, sem gel… o universo de tênis de corrida é tão grande que só o fato de mudar os velhos por novos, o que pode gerar um sério dor de cabeça. É-nos repetido que as consequências de não escolher um bom calçado para fazer desporto podem ir desde uma fascite plantar até lesões de importância na zona baixa das costas.
Além disso, os especialistas recomendam ter mais de um par para poder mudar a meio do treino e sustitirlas quando foram cumpridos com 600 ou 800 quilômetros de corrida, pois é a sua vida útil. Apesar de que a corrida é um dos esportes mais baratos que existem para o usuário, ainda podemos fazê-lo mais barato. Uma nova pesquisa realizada por cientistas das universidades de Granada e Jaén demonstraram que correr descalço é muito mais saudável para o nosso organismo.
Batizado com o nome de barefoot running, por razões óbvias, esta disciplina nos anima a correr sem tênis, a fim de que o pé, e as articulações efectuem o movimento de forma natural. E seus benefícios parecem ser certas. Conforme explica a Agência SINC, os pesquisadores reconhecem que diminui consideravelmente as chances de o atleta sofra lesões, já que produz mudanças significativas no tipo de apoio do pé, independentemente da velocidade do corredor”.
Ao correr sem tênis ou amortecedores extras ou artificiais, “adquirimos um padrão biomecánico técnico de corrida mais eficiente”. Além disso, esta técnica desloca ligeiramente o centro de gravidade ao correr e faz com que estejamos em uma posição algo mais ‘avançada’ e descontraída, tornando a absorção do pouso em um processo mais gradual e naturalmente a consequência de que a parte dianteira do pé para maior controlo e sensibilidade.
Há um tempo atrás, a universidade de Harvard também confirmou que os corredores que usavam chinelos atrai muito mais energia do golpe de estado em um passo que os que o faziam descalços.
É verdade que para fazê-lo corretamente, você precisa de algo de técnica. Segundo explica Victor Manuel Soto Bonito, professor do departamento de Educação Física e Desportiva de campo grande e um dos autores da pesquisa, “os profissionais do âmbito das Ciências do Esporte, trabalhando em cooperação com outros profissionais da área da saúde, podem projetar programas personalizados para a progressiva introdução nesta fascinante e estimulante forma de locomoção, cujos benefícios valem a pena ser vividos, seja como um recurso pontual, um meio de treinamento, ou uma prática intensiva habitual”.
Então já sabe, se você gosta de praticar pergunta antes a um especialista para não prejudicá-lo.
Uma pesquisa desmonta o mito de que o segredo está em um bom calçado

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