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Livram mosquitos geneticamente modificados para combater o Zika

Mosquito responsável pela transmissão do Zika. Crédito imagem: James Gathany, Centers for Disease Control and Prevention, CDC
Alguns meses atrás, a Organização Mundial de Saúde, através de uma declaração, apoiou o uso de mosquitos geneticamente modificados para combater o vírus do Zika. Nesta semana, o governo das ilhas Cayman e a empresa britânica de biotecnologia Oxitec e anunciaram um plano para libertar milhões de mosquitos geneticamente modificados para tentar lutar contra a espécie que espalha Zika (Aedes aegypti) e outras doenças. Os insetos modificados podem acasalar com as fêmeas, mas os filhotes não chegarão à idade adulta, algo que deve reduzir a população desses mosquitos.
Oxitec já havia realizado uma iniciativa semelhante no Brasil, e agora está aguardando a aprovação nos Estados Unidos, para implantá-la na Flórida.
“Queríamos eliminar esta praga invasora durante muito tempo – diz Bill Petrie, diretor da Unidade de Pesquisa de Controle de Mosquitos, este território britânico, em um comunicado –, mas provou ser muito difícil com as ferramentas disponíveis atualmente em uma ilha do tamanho de grand Cayman, assim que temos buscado novas abordagens”.
A intenção é liberar centenas de milhares de mosquitos por semana a partir de junho, durante nove meses.
O farão, em conjunto, uma empresa de biotecnologia e o governo das ilhas Cayman

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