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Qual o tipo de micróbios se enfrenta quando pisamos no metrô?

Foto: Creative Commons (Pixabay).
Que levante a mão aquele que não tenha um amigo algo ‘diferente’ ao que lhe dão pavor os micróbios dos outros. Uma das maiores torturas para este tipo de pessoas é pegar o transporte público, lugar onde as lendas urbanas localizadas em um monte de erros de outros humanos dispostos a saltar do seu portador com suas pequenas pernas até o nosso corpo saudável.
Mas, de acordo com uma nova pesquisa realizada por pesquisadores da Escola de T. H. Chan de Saúde Pública da Universidade de Harvard, há muitos menos agentes patogénicos do que a gente imagina. E os poucos que existem não são especialmente agressivos.
Para chegar a estas conclusões, os pesquisadores analisaram as superfícies dos vagões do metrô de Boston e puseram os micróbios encontrados sob seu microscópio. Conforme explica Curtis Huttenhower, principal autor da pesquisa e professor de Biologia Computacional e Bioinformática, não só não há nada que temer, mas que “esses ambientes têm perfis de virulência drasticamente mais baixos do que os que se observam em um intestino humano típico”.
A pesquisa, publicada na revista da Sociedade Americana de Microbiologia, é a primeira “pesquisa microbiana de alta precisão”, que se realiza no transporte público, analisando todo o tipo de superfícies e materiais.
Fonte: popsci.com
Tranquilo, são mais inofensivos do que se pensa

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