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Vikings, vermes e enfisemas

Estima-Se que cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo sofre a chamada Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, que com o tempo pode provocar a destruição paulatina dos pulmões, causando o aparecimento de enfisema. A causa está em uma redução na produção de uma substância conhecida como Alfa-1 Antitripsina. Esta molécula (chamada A1AT por suas siglas em inglês), que bloqueia o efeito de um tipo de proteínas, chamadas genericamente de “solo”, que afetam o tecido pulmonar causando enfisema.
E, agora, a análise dos restos orgnánicos obtidos nas escavações arqueológicas realizadas em latrinas medievais da Dinamarca utilizadas pelos antigos vikings, revelaram que as populações sofreram grandes infestações de vermes intestinais, entre outras sequelas podem provocar o aparecimento das referidas substrato que acabam desencadeando o enfisema. Mas os pesquisadores acabam de descobrir que, no caso dos vikings é verdadeiramente paradoxal, já que, ininicialmente, seu corpo apresentava a existência de uma mutação na molécula A1AT que limitava a sua capacidade para inibir a ocorrência de substrato. Para compensar essa deficiência, o seu metabolismo desenvolvimento de um anticorpo chamado imunoglobulina E (IgE), que, ao fundir-se com a versão mutada da A1AT, a reforça, reduzindo assim o risco de aparecimento das temíveis e do solo.
Os vikings estavam contaminados por parasitas intestinais, o que favoreción a aparição de um anticorpo que diminuía o risco de sofrer danos pulmonares

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